Mãe eu matei-te quando
Esbanjei palavras afiadas,
Numa tarde clara de pensamento,
Apenas para te ver jovialmente velha como és.
Não te vejo sangrar o teu ódio por mim,
Óbvio pois estás morta.
Miguel Menano
domingo, 12 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
O Falso Poeta
Morto por sair à rua mas tranca a porta entreaberta,
Igualmente ansioso por escrever mas os lápis partem se ao menor contacto.
Guarda para si a imagem quebrada pelo mundo,
Um pesadelo para relembrar em tempos de necessidade pois esta realidade diverte danados.
Estupenda a reação do ladrão que se deixa apanhar,
Locupletada de verdadeira emoção para surpresa geral.
Gil N. Omuemena
Igualmente ansioso por escrever mas os lápis partem se ao menor contacto.
Guarda para si a imagem quebrada pelo mundo,
Um pesadelo para relembrar em tempos de necessidade pois esta realidade diverte danados.
Estupenda a reação do ladrão que se deixa apanhar,
Locupletada de verdadeira emoção para surpresa geral.
Gil N. Omuemena
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